DIVORCIADA CARENTE SAI EM BUSCA DE PRAZER... E ENCONTRA

                 Me chamo Nádia Santana, tenho 39 anos, e o fato que vou narrar aconteceu em 2016, quando eu tinha 35 anos. Tenho 1,63, branca, cabelos loiros (pintados) médios e lisos, olhos castanho-escuros e médios, nariz médio, boca média e lábios finos em um rosto meio quadrado. Meus seios são médios, o quadril largo, pernas grossas e a bunda, média e empinada. Tenho um pouco de barriga, mas nada exagerado. Me considero sim gostosa, e claro, os homens também...

               Sou dona de casa, divorciada há dois anos, mas esse evento que estou narrando aconteceu quase um ano e meio depois do divórcio. Fui casada por 12 anos, e me separei por conta de uma traição do meu ex que descobri, e na época isso me deixou arrasada, sofri muito, mas, apesar de todo esse desgaste emocional, a separação acabou sendo amigável, ele me deixou a casa onde moro e me dá uma ajuda de custo.

Não tivemos filhos, e foi uma decisão nossa mesmo. Não é que eu não goste de crianças, mas... nunca me imaginei sendo mãe, talvez seja egoísmo meu, não sei, só sei que eu queria uma vida diferente, sem seguir essa de “toda mulher deve ser mãe”, e fui feliz assim. Meu ex-marido pensava igual, e trabalhamos juntos pra construir nossa vida, contudo, ele jogou tudo fora, mas enfim... eu sobrevivo fazendo doces caseiros e graças a Deus meu negócio vai bem.

Não fiquei rica, mas também não me descabelo preocupada com as contas, até porque sempre fui uma mulher equilibrada financeiramente, não gosto de luxar, e com a pensão que recebo do ex, consigo sim respirar bem aliviada. Saio pouco, às vezes vou ao cinema, ou só passear pela feirinha de confecções pra comprar roupas, nunca fui muito de festas.

Bem, na parte sexual, me considerava uma mulher bem fogosa, claro, não fazia muito o que as atrizes pornôs fazem, e minhas transas com meu ex-marido eram sim deliciosas, a gente tinha uma sintonia maravilhosa, eu não tinha frescura com determinadas práticas, às vezes até engolia sim a porra dele e em muitas ocasiões a perder as contas, só fiz anal.

O pau dele tinha uns 15 cm e uma grossura razoável até, me preenchia gostoso, me fazia gozar gostoso, e quando nosso casamento ruiu, não entendi por muito tempo a razão de ter levado chifre, sendo que na cama e fora dela, eu era uma esposa dedicada e amorosa, mas enfim... a vida tem dessas coisas; o amor e qualquer outro sentimento positivo sobre ele morreu quando ele mesmo matou nossa história, mas não guardo rancor algum, a vida seguiu...

Claro, o início dessa vida de divorciada e ao mesmo tempo totalmente livre, foi estranho. Tristeza, melancolia, uma solidão angustiante, enfim... foi difícil aceitar minha própria companhia e começar a andar de mãos dadas comigo mesma. Amigas me chamavam pra sair e eu recusava, alegava que precisava me adaptar a esse momento, me bastar, me sentir bem sozinha, mas claro, não virei um bicho do mato isolada do mundo, foi só por um período.

E as mesmas amigas que, vendo minha vida de solteira andando tranquilamente bem, começaram a sugerir que eu me abrisse a um novo relacionamento; inclusive minha mãe aconselhou isso, mas recusei, eu não tinha mais paciência para recomeçar, e não era medo de ser traída de novo ou porque me desiludi com o amor, não, eu... só queria... curtir.

E quando falo curtir, é pegar sem se apegar, arrumar um gatinho pra dar umas boas pimbadas, sentir prazer e depois, cada um no seu quadrado, e todos se escandalizavam, diziam que isso era errado e eu... nem ligava, e por muito tempo não fiquei sofrendo por conta de precisar urgente de homem, mas isso não significava que eu não sentia falta, só que tratei de cuidar do meu desenvolvimento pessoal, porém, conforme a vida foi seguindo... a carência veio.

Os primeiros sinais da carência de um chamego, começaram quando passei a ouvir muita música romântica, depois passou pros filmes românticos, escalou pra programas de tv que falavam de relacionamentos... e sexo. Quando eu via a novela e passava uma cena mais picante, eu já relembrava das trepadas com meu ex-marido, e sentia falta, desejo, claro, não com ele, por ele eu não sentia mais nada, eu me refiro ao sexo... o puro ato sexual mesmo.

Comecei a pesquisar “loucuras sexuais” na internet, e nem sei porque me vi com esse tipo de conduta, mas, como eu queria pegar sem me apegar, imaginei que isso teria que ser da forma mais crua possível, e descobri histórias bem excêntricas por sinal, se eram reais, não sei, tinha até uma inspirada no filme “A Dama da Lotação”, e essa achei bem bizarra, eu não teria coragem de fazer isso, contudo... uma fantasia similar a essa... era sim mais plausível...

Me imaginei saindo para qualquer lugar, e procuraria um cara aleatório, que... disparasse um certo gatilho sexual em mim e... me motivasse a tentar algo, e quando falo em gatilho, não necessariamente uma beleza idealizada está entre as exigências, meu ex-marido não era um galã de cinema, mas também não era um monstrengo, a virilidade que dele exalava, a atitude e segurança em seus atos, foram os fatores que me conquistaram.

Quando vi que pensava demais nessas coisas, a princípio ria, mas depois... passei a realmente alimentar esse desejo. A loucura que eu planejava tomou uma proporção grandiosa, era de fato escolher um sujeito qualquer, seduzi-lo e trepar, isso tudo em um dia só. Se ia conseguir? Talvez sim, talvez não, mas eu queria fazer pelo menos uma loucura na vida...

Era uma sexta-feira, lembro bem. Minhas encomendas estavam em dia, nenhum pedido urgente, e quando havia urgência, eu chamava alguns sobrinhos pra me ajudar, ou meu afilhado, e então a gente cumpria os prazos de boa, então nesse dia... resolvi pôr meu plano em prática: eu ia pro shopping, comprar ou não alguma coisa, mais passear mesmo... e lá... escolher um cara qualquer, que me atraísse dentro do básico, conversar um pouco e... leva-lo pra cama. Simples.

Será que eu teria coragem de fazer MESMO isso? De banho tomado, trajando um vestido médio e justo, na cor branca e com um decote discreto, mas que valorizava meus seios e coxas, finalizando com uma sandália de salto médio, fui pra parada de ônibus, e não, não tentaria seduzir nenhum passageiro, ali eu era conhecida da maioria das pessoas, a coisa tinha de ser feita longe de todo mundo, era algo só meu, e mesmo atraindo os olhares, fiquei neutra.

Durante o percurso, um rapaz sentou ao meu lado, e quase... quase fiz como a Dama da Lotação, porque ele era charmoso, mas não, continuei quieta, ele não era conhecido do bairro, pelo menos nunca o vi, mas haviam vários conhecidos no ônibus. Ele desceu antes de mim, e notei o cara várias vezes disfarçando olhares pras minhas pernas, e normal, só ri por dentro...

Quase 40 minutos depois, cheguei ao shopping, com um frio na barriga. Havia um motel bem ao lado, então tudo era estratégico, inclusive fui a esse motel várias vezes com meu ex, mas enfim, caminhei, olhando cada loja e cada homem ali, uns razoáveis, outros feios, alguns acompanhados, outros bonitões, mas segui andando, parando e entrando em algumas lojas de sapatos, depois pegando a escada rolante e indo pro segundo piso, onde era mais movimentado.

Entrei nas Lojas Americanas, afim de comprar uns doces, e lá achei minha provável primeira opção. Moreno, alto, cabelos bem cortados, corpo atlético e bonito sim, tinha uma boca sensual, olhos estreitos e estava esportivo, com uma camisa gola polo e um bermudão. Aparentava ter uns, sei lá... 35, 40 anos e não havia ninguém com ele. Observei um tempinho.

—Com licença moça! Disse uma voz masculina jovem, e me assustei um pouco, então...

Reparei no rapaz... e ele era mais jovem. Novinho mesmo, devia ter uns 20 anos. Alto, branquinho, cabelos castanho-escuros lisos e curtos, olhos castanhos, nariz médio, lábios médios e carnudos em um rostinho arredonado. Um pouquinho corpulento, não chegava a ser gordo, era cheinho, forte, carinha de nerd, usava até óculos, e provavelmente era um nerd, porque trajava uma camiseta do Homem Aranha e uma calça jeans finalizando com um tênis.

—Opa, me desculpe! Respondi, e dei passagem a ele. O jovem sorriu e passou.

—Tudo bem! Respondeu o jovem, e então... vi ali a presa perfeita. Um rapaz da pouca idade dele, certamente era virgem, e ele tinha postura, e talvez nem fosse um nerd, pois vi ele indo até a seção dos livros. Respirei bem fundo e me perguntei: “tem coragem mesmo?”...

Um homem jovem... não raciocina muito sobre... perigos vamos dizer assim, não que eu fosse perigosa, mas... lidar com homens novos de certa forma é mais fácil, eles são mais abertos a investidas femininas, a mente deles já pensa logo putaria quando uma mulher, por mais que não esteja interessada nele, o aborde, e claro, tem o fator timidez também, e o moreno que avistei antes... por ser claramente mais velho, poderia ficar cabreiro quando eu o abordasse...

Fui até onde o jovem estava, como quem não quer nada, e fiquei observando meio de longe que tipo de livro ele gostava. Vi alguns livros de super-heróis ali, mas o novinho parecia gostar de outros gêneros literários, em especial ficção científica. Bem, eu gosto de ler, mas não sou uma leitora daquelas que lê muitos livros, já li alguns, mais de literatura brasileira mesmo.

—Oi, é... com licença, mas... você parece gostar muito de livros né? Abordei, e o jovem me olhou surpreso, mas depois deu um sorriso simpático, embora meio tímido.

—É... mais ou menos, gosto sim, mas... aqui parece que não tem muita coisa boa! Respondeu o rapaz, que pôs o livro que estava folheando de volta na prateleira.

—Eu também gosto de ler, até vim com vontade de comprar algum livro, mas... não sei, acho que provavelmente só vou achar na Saraiva! Comentei, pegando um livro qualquer.

—Ali também tá meio fraco viu? Mas... depende do gênero que a senhora curte né? Pelo menos pra mim, ali não tem muita coisa interessante não, mas talvez a senhora ache alguma coisa boa! Respondeu o rapaz, que tinha uma voz serena, e não parecia flertar comigo.

—Pode me chamar de “você”, não sou tão velha assim! Comentei, e ele riu acanhado.

—É... velha... você não parece mesmo, é só uma forma respeitosa! Disse, e dei risada.

—Acho que... você entende mais de livros do que eu... então... poderia ir comigo até a Saraiva e... quem sabe... sugerir alguma coisa? Eu gosto muito de histórias românticas, ou... literatura brasileira, se... não for te atrapalhar, é claro! Falei, alisando seu ombro rapidamente.

O rapaz ficou todo corado, deu um sorriso tímido e mais tímido ainda, assentiu e disse:

—Ah... não atrapalha, mas eu... não sou nenhum especialista em livros, compro mais baseado no meu gosto pessoal, então... não sei se vai ajudar muito! Replicou o jovem, e rimos.

Gostei dele, era um rapaz simpático; ok, meio gordinho, mas bonito e educado.

—Ué... de repente... eu posso acabar me interessando por algum gênero que você gosta. Por que não? Rebati, sincera e de novo... alisei seu ombro rapidamente. Ele corou de novo...

—É... pode ser né, então bora! Disse o rapaz. Sorrimos e saímos da Americanas.

O jovem se chamava Alan, tinha 19 anos e morava perto do shopping. Vivia com os pais e não trabalhava, mas estudava muito, queria passar em um concurso público e acabou confessando seu apreço pela cultura nerd, mas ele conversava bem, mesmo meio tímido. Flertava pouco e raras vezes olhava meu corpo, e eu, já estava decidida a dar o bote.

Esse papo todo se deu enquanto subíamos a escada rolante pro terceiro piso, onde ficava a Saraiva e o cinema do shopping. Pensei em convidar ele pra vermos um filme e no escurinho... mas não, desisti da ideia, eu queria algo mais direto e sem perda de tempo. Na livraria, olhamos vários títulos, e Alan mostrou boa vontade em sugerir estilos que ele gostava e outros nem tanto, mas que em sua opinião, poderiam me agradar por terem... meu estilo.

—E qual seria meu estilo? Perguntei, após ele dizer isso. Alan corou e riu mais.

—Ah... sei lá (mais risos, ele estava mais corado), a senho... quer dizer, você... parece gostar de história romântica ou... de aventura! Disse o jovem... e dei o primeiro bote:

—Pensei em um livro erótico, mas não 50 tons de cinza! Falei, como se tivesse lido esse livro... ah tá... só sabia que ele existia de tanto o povo falar, e Alan... deu uma balançada...

—Erótico... não conheço nenhum pra ser sincero! Disse Alan, que me olhou todinha.

—Tem namorada? Perguntei, e Alan deu risada, mais ruborizado e claro, surpreso.

—Não... de vez em quando... fico com uma menina aí, mas... nada sério! Respondeu.

—Tem alguma coisa pra fazer... depois daqui? Perguntei, e o jovem sorriu.

—N-Não... nada, por que? Respondeu e perguntou, e sorri, ainda sem acreditar no que estava fazendo e prestes a fazer, então olhei pra ele de cima a baixo e convidei:

—Vamos... sair? Eu gostei de você, estou me sentindo sozinha e... queria uma companhia, o que acha? Alan me olhou incrédulo, depois olhou pros lados, com um olhar abobado e ao mesmo tempo safado, então só fez “sim” com a cabeça... mais tímido ainda.

—É... um motel? Perguntou Alan, surpreso quando chegamos na entrada do mesmo.

—Se você disse que fica com uma menina, já deve ter vindo em um! Retruquei.

—Ah... nunca vim, quando a gente fica... é lá em casa! Respondeu Alan, acanhado.

—Na sua casa não rola... ou é aqui... ou nada! E aí? Repliquei e indaguei.

—A gente nem se conheceu direito... e... você já quer... transar? Indagou Alan, e ri.

Ali estava o grande defeito dos jovens da idade de Alan: a falta de iniciativa e atitude...

—Tem gente de todo tipo meu bem, e aí? Bora curtir... ou terei que procurar outro? Retruquei, olhando bem nos olhos do rapaz, que me olhou bem impactado e corou mais...

Fiz um asseio rápido, só mesmo para ficar mais relaxada, mas era difícil. Que doideira eu estava fazendo, meu Deus, contando ninguém acredita, mas estava feito. Escolhi uma suíte simples, com cama redonda, hidromassagem e alguns outros extras que não seriam usados. Cobri meu corpo com o roupão do motel, ajeitei os cabelos e saí do banheiro, e vi Alan.

A postura dele era desconfiada, parecia meio perdido, ou melhor, estava perdido. Sentado na beira da cama, ele me olhava com admiração e um certo medo justificável até...

Sorri pra ele e abri um pouco o roupão, deixando o mancebo ver uma parte dos meus seios médios e firmes, depois me aproximei dele e alisei sua coxa bem grossa e bem desenhada pela calça jeans apertada, e ali o jovem começou a se soltar, puxou o decote do roupão e pôs meu seio esquerdo pra fora, olhando pra ele maravilhado e já criando coragem.

—É... vou tomar um banho rapidão! Avisou Alan. Concordei e ele foi, meio trôpego.

Fiquei na cama, deitada e desliguei a tv que passava um filme pornô. Ali pensei na doideira em que me dispus a fazer. Uma hora ri, outra hora quase chorei, era um misto de sensações, mas talvez eu tirasse algo bom disso, ou jamais faria isso de novo... a segunda opção era mais concreta. Não que eu estivesse arrependida, e isso só saberia depois da trepada...

O banho de Alan foi rápido mesmo, e logo o vi saindo do banheiro, só de cueca, e vi seu corpo um pouco mais cheinho, meio barrigudinho, mas, acabei fixando mais meu olhar no que estava guardado dentro da cueca... meu Deus... olhei meio assustada, aquilo seria mesmo seu pau? Estava bem duro e estufava o tecido. Alan veio até mim, sorrindo bem sapeca, alisou o volume e subiu na cama. Meus olhos não saíam daquele pacotão. Era grande e tive medo...

Alan veio me beijar, e correspondi, mas não fechei meus olhos, não conseguia parar de olhar praquele volume grande, e, meio afoita, pus a mão e senti a dureza, apalpei e apertei. O jovem antes tímido, se soltou e tratou logo de tirar meu roupão. Eu estava só de calcinha.

Alan olhou por uns instantes pro meu corpo, sem qualquer gesto, olhava e olhava.

—O que foi? Perguntei, cabreira, e meio com vergonha da minha barriga.

—Você é muito gostosa, linda, nem tô acreditando nisso! Respondeu o jovem e sorri...

Alan me abraçou, e eu, meio trêmula, abracei ele, que começou a passar a mão em todo o meu corpo e caiu de boca em meu seio direito, e de novo, peguei e senti, sem acreditar que aquilo tudo na cueca era uma rola, e era sim. Um gordinho daquele... com só 19 anos... parecia ter um pau BEM MAIOR que o do meu ex-marido, que tinha mais que o dobro da idade dele.

O novinho gemia e eu comecei a gemer também com a mamada meio afobada, mas gostosa dele. Logo ele achou minha buceta e ali travei um pouco, quis tirar a mão dele, mas ele tirou a minha e deixei, aí ele veio por dentro da minha calcinha e começou a me bolinar, e gemi, ela logo melou, apertei com mais força seu pau, e, sem aguentar, meti minha mão dentro da cueca e senti... tive um arrepio, um calafrio... a bicha era grande sim, e parecia grossa.

—Tira a cueca... tira vai! Pedi, sussurrando e sem aguentar a curiosidade.

Alan, já respirando forte como eu, abaixou a peça íntima... e... minha reação foi de erguer bem as sobrancelhas e abrir bem os olhos. A rola do gordinho... realmente... era grande e grossa, nem dava pra comparar com a do meu ex. 20 cm, meio curvada pra baixo, com veias finas e salientes, pele cobrindo parte de uma cabeça rosada, comprida e proporcional ao resto, sem falar na grossura e as bolas eram médias e firmes. Fiquei muda, ofegante e meio insegura.

Olhei pro jovem e olhei pro pauzão bem duro dele, e dali não tirei os olhos, Alan pegou minha mão e pôs em seu pênis, e segurei, em seguida comecei a mexer devagar e ele gemia tarado, fazendo vai e vem e automaticamente iniciei uma suave punheta, meio trêmula e engolindo a pesada saliva, na dúvida se ia aguentar um pau daquele tamanho.

—Isso... que mãozinha gostosa, vai, assim, isso...! Disse Alan, dedilhando minha buceta. Minha mão quase não fechou naquela grossura e ele fazia um vai e vem suave.

—É grande né? Comentei, rindo, mas de nervosa, fazendo uma careta de medo.

—Achou foi? Indagou Alan, me fazendo gemer mais ao me masturbar. Só fiz que sim com a cabeça e os lábios contraídos, e então... me excitei mais, passei a me soltar mais.

Me dei conta de que aquela situação foi criada por mim, o novinho estava quieto na dele, eu fui lá e instiguei, fiz tudo chegar a esse ponto, então deitei Alan na cama e depois me deitei de bruços entre as pernas dele, segurei aquele pau grande e grosso e, já meio que fascinada, segurando com a mão direita e vendo que ainda sobrava bastante rola, abocanhei.

Uau... minha boca alargou um pouco quando senti a grossura. Alan gemeu e se contorceu e um misto de sensações me tomou ali. Saudade de sentir um pau na boca, de segurar, de ouvir gemidos, mas também descrença do que estava acontecendo; primeiro, eu dar pra um desconhecido, segundo, esse desconhecido ter um pênis avantajado, mas conforme eu mamava, ainda meio desajeitada, fui aceitando, e aí recuperei as habilidades...

Fui até quase a metade e o pauzão já estava banhado de baba; eu gemia e grunhia ao passo que masturbava, remexia os lábios, apertava e Alan pirava, assim como eu pirava e fazia o vai e vem com a cabeça, seguido daquele barulho de chupada, que vazava mais saliva; tirei e haviam várias pontes finas, lambi e abocanhei de novo, Alan segurou minha cabeça e bombou, acompanhei o ritmo e engasguei, mas segui, ele tentou atolar e tossi saliva, aí tirei, ofegante.

Mas o novinho mal deu tempo de eu recuperar o fôlego, se empertigou um pouco e abaixou minha cabeça pra que o boquete continuasse, e mamei, ele já gemia e respirava bem mais forte, eu engasguei de novo, mas segui chupando, não ia caber tudo, era grande demais, e ele segurou minha nuca e empurrou, tossi mais saliva, verti lágrimas e quase vomitei, depois ele soltou e eu tirei, quase sem ar, com muita saliva escorrendo e olhei pra ele, que ria safado.

Eu ofegava, com baba escorrendo pelo pescoço e seios, ele ficou de pé em cima da cama e me botou de joelhos, depois segurou de novo minha cabeça e socou seu pauzão grosso na minha boca, engasguei de novo pois entrou a metade quase de uma vez, e ele socava.

—C-Calma... vai... devagar... é... muito grande! Comentei, após quase vomitar.

—Você chupa gostoso demais, porra... que boca deliciosa, vai, mama, chupa, isso! Disse Alan, tomado de uma tara assustadora e botando de novo sua pica pra eu chupar, e chupei.

—Vem... me chupa um pouco! Pedi, já com maxilar cansado. Apesar de ter cabido sem muita dificuldade, a rola era grossa, sem contar que ele atolou mais da metade e minha garganta estava bem irritada, mas... confesso que estava adorando aquilo, minha xoxota pulsava.

Dei um gemido alto e apertei a colcha da cama. Alan começou uma chupada deliciosa, afobada, meio desajeitada, mas gostosa sim. A boca dele pressionava muito minha buceta e algumas vezes senti seus dentes e tive uns incômodos, mas não reclamei; 19 anos não dá pra esperar um expert do sexo, só que ele me alisava toda, estimulava meus seios e bicos e isso ia me relaxando, tanto que segurei a cabeça dele e me contorci, e ali o novinho deslanchou.

Porém, eu nunca gostei de gozar no oral, e sim levando rola. Pedi pra Alan parar, e sem delongas o rapaz pegou uma camisinha que estava sobre o criado mudo da suíte e ali gelei... mas não disse nada. Ele ia meter aquele pau grande e grosso em mim, era inevitável. O jovem botou a camisinha, e sobrou um tanto de pica sem ser coberta, veio, abriu minhas pernas e respirei meio nervosa, senti umas pinceladas, roçadas e não tirava os olhos, apesar do medo, eu estava bem lubrificada, o novinho me encarou... sorriu e meteu, e soltei um gemido alto e aflito.

—Que bucetinha apertada e gostosa! Comentou Alan, bombando sem muita pressa. Eu gemia e sentia sim um pouco de dor, afinal, fazia muito tempo que minha xoxota não era usada, e outra... fui casada com o primeiro homem da minha vida... então SÓ ELE me comia...

Fiquei zonza por um tempo, arfando e gemendo alto conforme o jovem socava, eu tentava delimitar a profundidade, mas foi inútil, dei um grito quando senti a virilha dele encostando na “testa” do meu priquito. Minhas pernas tremeram e me arrepiei toda, quase chorei, e o novinho começou a estocar mais rápido, me fazendo gemer mais alto e dar gritos curtos, ele segurou firme minhas pernas e abufelou seu picão grosso. Eu quase revirei os olhos.

—V-Vai... vai... devagar, devagar... teu pau... é muito... aaahhhh... muito grande! Pedi, já suando e sem ar, e Alan deu um risinho maroto e continuou socando e eu gemendo alto.

—Fica de quatro aí! Pediu Alan, saindo de cima. Eu ofegava, sentindo umas pontadas na barriga. Sim, senti um pouco de incômodo, e levar uma rola daquele tamanho de quatro...

Olhei pro pauzão dele e vi bem melado. Minha buceta ardia um pouco, ou por causa da falta de sexo por tanto tempo, ou pelo calibre daquele pênis grande e grosso, mas acho que foi os dois. Virei e fiquei de quatro, com a bunda empinada, Alan veio e alisou minhas nádegas, meu rabo não era muito grande, mas naquela posição ficava sim bem largo. Ele deu um tapa.

 

              

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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